Odontologia da UEPG recebe tomógrafo computadorizado

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A Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) recebeu o tomógrafo computadorizado referente à emenda parlamentar do deputado federal Toninho Wandscheer (Pros). O equipamento, que custou cerca de R$ 350 mil, realiza exames extraorais e será utilizado no Centro Radiológico do Departamento de Odontologia.

O professor do departamento de Odontologia e Presidente do Partido Republicano da Ordem Social (PROS) de Ponta Grossa, Ulisses Coelho, intermediou o contato entre a instituição e o deputado. “Nós do curso somos muito gratos pela emenda”, diz. De acordo com o docente, o tomógrafo computadorizado representa uma aquisição ímpar. “Além dos exames de tomografia, que são cortes radiológicos específicos, o dispositivo permite a coleta da teleradiografia, necessária para a ortodontia, implantodontia, entre outras especialidades, e realiza a radiografia panorâmica, fundamental para o início de qualquer tratamento odontológico, visto que oferece segurança na hora dos acadêmicos e professores realizarem o planejamento dos seus casos clínicos”, explica.

Para o professor do departamento de Odontologia Gilson Cesar Nobre Franco, uma das vantagens oferecidas pelo equipamento é a qualidade de diagnóstico, uma vez que a radiografia analógica precisa ser processada quimicamente, com revelador e fixador, até a obtenção da imagem final. “De forma digital, a qualidade final da imagem melhora sensivelmente, o que permite um diagnóstico mais preciso, melhor plano de tratamento e maior previsibilidade de resultado”, conta.

Segundo Gilson, o tomógrafo também aumenta a biossegurança no processo. “Com o aparelho digital, não é mais necessário realizar as etapas de processamento do filme e da impressão, o que elimina os riscos de uma contaminação cruzada e garante mais proteção para o professor, aluno e paciente. O mundo digital, sem dúvida, diminui o risco biológico que está atrelado ao processo analógico”, afirma. Um dos pontos destacados pelo docente é a questão sustentável do aparelho, visto que os produtos químicos utilizados no processo analógico, para a revelação e fixação da imagem, não são mais necessários. “Essas soluções demandam um descarte especial devido à agressão que causam no meio ambiente. Com o meio digital, zeramos a química do processamento de filmes”, aponta.

Gilson acredita que a modernização contribuirá para o aprendizado dos acadêmicos da UEPG, que terão à disposição o que há de mais moderno na odontologia, na área de diagnóstico por imagem. “Conseguiremos gerar para os nossos alunos uma base de informação que não seria possível sem o tomógrafo”. Para Ulisses, este é um marco divisor das águas do conhecimento no curso que sem dúvida representa um ganho no ensino.

Texto e fotos: Vanessa Hrenechen

 


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