



A atividade reuniu integrantes do Grupo Escoteiro Campos Gerais, funcionários do Sesc Ponta Grossa, além de acadêmicos, técnicos e professores dos cursos de Agronomia e Ciências Biológicas da UEPG. No total, o projeto contempla mais de 40 espécies nativas, incluindo árvores de grande porte e espécies raras ou ameaçadas, tais como Araucaria angustifolia, Luehea divaricata, Handroanthus albus, Psidium cattleyanum e Podocarpus lambertii.
Também estão sendo introduzidas 400 espécies arbustivas estratégicas para a atração de polinizadores e para acelerar a sucessão ecológica. Entre elas, destacam-se a Mimosa strobiliflora (ameaçada de extinção), a Salvia melissiflora (espécie melífera) e a Fuchsia hatschbachii (popularmente conhecida como brinco-de-princesa). Sua presença diversifica a paisagem, acelera o processo de sucessão ecológica e amplia os serviços ecossistêmicos prestados pelos novos ecossistemas urbanos.
A coordenadora do Viveiro Florestal da UEPG, Rosimeri de Oliveira Fragoso, destacou a importância da cooperação. “Nós vemos o interesse da Prefeitura em buscar especialistas da área como algo muito positivo e importante para garantir que todos os esforços empregados na recuperação dessas áreas não sejam em vão e que reflitam na qualidade de vida para a população”.


Segundo a secretária municipal de Meio Ambiente, Carla Naima Martins Kritski, a ação também marcou o Dia da Árvore. “Celebramos a data com plantios e regeneração de mata ciliar, protegendo rios, fortalecendo a biodiversidade e garantindo um futuro mais verde e sustentável para Ponta Grossa”, destacou.
De acordo com a equipe do Viveiro, além da área já restaurada, novas etapas estão previstas para o Lago de Olarias, o Parque das Araucárias e o Parque dos Pinheiros, reforçando o compromisso da UEPG e parceiros com a sustentabilidade, a biodiversidade e a construção de uma cidade mais equilibrada e resiliente.
Texto: Viveiro Florestal UEPG | Fotos: Geovanna Sozo Leite








