Nos dias 30 de setembro e 1º de outubro, a Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) participou da Expo Favela Innovation Paraná 2026, um grande evento de empreendedorismo, inovação, cultura e iniciativas das periferias do estado, promovida pelo Instituto Athús e pela Central Única das Favelas (Cufa) Paraná. É a segunda edição da feira, que faz parte da Expo Favela Nacional, no Paraná.
Para dar visibilidade aos empreendedores das periferias, o evento selecionou 30 negócios para apresentar seus produtos e serviços. A ideia era mostrar as iniciativas, trocar experiências e buscar oportunidades e novos mercados. Além disso, a Expofavela contou ainda com painéis, palestras, pitch de negócios, rodadas de formação, apresentações culturais e os estandes das sete universidades estaduais do Paraná.
No espaço da UEPG, foram realizadas atividades do curso de Farmácia, com o projeto “Beleza com Ciência”; a oficina “O preço do fofuxo”, do Projeto Rondon; orientações do Centro de Educação Empreendedora; e a divulgação dos cursos e processos seletivos da instituição, com as Pró-reitorias de Graduação (Progad) e de Assuntos Estudantis (Prae). A organização das atividades ficou por conta da Pró-reitoria de Extensão e Assuntos Culturais (Proex).
Um evento para mostrar o protagonismo da favela: foi assim que resumiu o presidente da Cufa Paraná, Wanderley Mafra. “A Expo Favela mostra que a favela é muito mais do que os estereótipos. Temos talento, criatividade, inovação e empreendedores fazendo acontecer. É uma oportunidade de aproximar a favela do asfalto e mostrar essa potência”. Em todo o Paraná, são 636 favelas, sendo 322 na capital, Curitiba.
O secretário da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná, professor Aldo Nelson Bona, enfatizou a importância da conexão das universidades com seus públicos. “A Expo Favela é um espaço democrático, de troca e de oportunidades, conectando a universidade e a população”, disse. “Nossas universidades estão aqui de portas abertas. O nosso sonho, o nosso desejo, é ver muitas dessas crianças e jovens adentrando às nossas universidades, ajudando a transformar as nossas universidades de uma forma cada vez melhor, mas ajudando também a transformar as vidas e as regiões onde vocês estão inseridos”.
Texto e fotos: Aline Jasper





















































