A Universidade Estadual de Ponta Grossa realizou nesta quinta-feira (27) a formatura extemporânea de 35 estudantes de cursos nas modalidades presencial e a distância. A cerimônia aconteceu na Sala dos Conselhos da Reitoria e também no formato remoto, com a presença de autoridades, formandos e familiares. Os novos profissionais são dos cursos de bacharelado em Administração, Ciências Contábeis, Ciências Econômicas, Direito, Jornalismo, Serviço Social, Engenharia Civil, Engenharia de Alimentos, Engenharia de Computação, Engenharia de Materiais; licenciaturas em Física, Química, Matemática e Geografia; e cursos de Tecnologia em Gestão Pública, Produção Cultural, Mineração e Segurança Pública.
Para o reitor da UEPG, Miguel Sanches Neto, a formatura extemporânea é um compromisso da Universidade de possibilitar que os alunos que concluíram a graduação recebam o diploma sem atrasar o ingresso na profissão que escolheram. “Por diversos motivos, os estudantes muitas vezes não conseguem fazer a formatura na data certa. Muitos precisam antecipar e outros precisam protelar o momento da formatura”, explicou.
O reitor destacou a presença de formandos dos cursos superiores de tecnologia. “É um compromisso de formar pessoas a partir de demandas que a sociedade tem. É uma outra modalidade de graduação que é voltada muito para o mundo do trabalho, para que a pessoa se qualifique na área que muitas vezes ela já atua ou pretende atuar”, comentou.
Sanches Neto também ressaltou o papel do ensino superior na formação profissional. “A universidade pública, a gente diz, é um elevador social. Ela permite que a gente cresça, que a gente faça a mobilidade social através de um curso universitário”, afirmou. O reitor mencionou o vínculo que permanece entre os egressos e a instituição após a conclusão da graduação. “Eu digo com uma certa frequência que, ao se formar na UEPG, vocês recebem um novo sobrenome, que é o sobrenome UEPG. Vocês vão levar isso para a vida inteira de vocês. Não é um diploma, é uma marca. Não é apenas um papel, é um compromisso”, declarou.
A possibilidade de participar da cerimônia de forma remota foi importante para Lívia Souza Santos, formada em Jornalismo pela UEPG. “Eu sou natural de São Paulo e fui para Ponta Grossa exclusivamente para prestar faculdade. Ficou muito mais prático eu voltar para cá logo após terminar as minhas obrigações com o estágio, as matérias e o TCC”, conta.
Para estar presencialmente na formatura, Lívia precisaria enfrentar uma viagem de cerca de 10 horas. Sem precisar sair de São Paulo, ela diz que contou com orientação da Universidade durante o processo. “Eu estava longe e mandei vários e-mails para tirar dúvidas com a Prograd, ver quais os documentos eu precisava mandar, e eles foram bastante solícitos, foram me ajudando a cada etapa do caminho”, relata.
Texto: João Pizani | Fotos: Aline Jasper






























































































