Aconteceu no último sábado (30), no Terminal Central de Ponta Grossa, uma ação de promoção à saúde da Liga Acadêmica de Endrocrinologia Clínica da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), em alusão ao Dia Internacional da Tireoide, que incluiu orientações à população, avaliação física da tireoide e testes de glicemia capilar. A atividade foi uma parceria entre os cursos de Enfermagem, Farmácia e Medicina da UEPG, e viabilizado pela Pró-reitoria de Extensão e Assuntos Culturais (Proex) e a Pró-reitoria de Graduação (Prograd).
A atividade foi coordenada pela professora Janete Machozeki e buscava alcançar o público externo da UEPG e promover atividades práticas aos alunos. “É de grande importância trazer esses alunos para atendimento ao público, muitos deles é a primeira vez que estão mexendo com pessoas reais e que estão fazendo um trabalho real além dos muros da universidade. Então, acaba sendo uma experiência muito boa não só para os alunos, mas também para o público. O nosso atendimento pode melhorar e muito a qualidade de vida da população”, declarou a professora.
Um dos acadêmicos de Medicina e organizador da atividade, Lucas Peres, conta que a adesão do público foi maior do que o esperado. “Nós imaginamos que no sábado teria uma movimentação menor no Terminal Central e pouca gente transitando, mas nos surpreendemos positivamente, porque teve grande interesse do pessoal em conhecer o trabalho da extensão.” Ele também comentou sobre as perspectivas para futuros eventos da liga “Nós pretendemos expandir um pouco mais e alcançar outros espaços para realização dessas atividades para o público, e também pretendemos fazer um simpósio de endocrinologia, um assunto que tem ganhado muita importância nos últimos tempos.”
A professora Gerusa Possagno, coordenadora do grupo de extensão Educação em Saúde, participou da atividade com os alunos de Farmácia realizando o teste de glicemia capilar, e destacou a importância desse atendimento ao público: “Nós fizemos a verificação da glicemia capilar como uma forma de orientar as pessoas sobre os cuidados com o diabetes. E para as pessoas que não tinham diabetes e estavam com o valor alterado, nós fizemos o encaminhamento para a unidade de saúde, sempre reforçando que esse teste não é um diagnóstico, ele serve só para a gente rastrear e monitorar o paciente”. Ela também falou sobre a importância da prática dentro das extensões acadêmicas: “A experiência que a gente tem com esses eventos é a melhor possível, porque os alunos, além de colocarem em prática aquilo que eles aprendem, eles também aprendem com a população, que é realmente um dos princípios da extensão. Então, cada evento que a gente participa é uma experiência única mesmo” finalizou a professora.
Texto e fotos: Gabriel Ribeiro


















