



O vice-reitor da UEPG, professor Ivo Mottin Demiate, acompanhou a operacionalidade dos carrinhos na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) 3 do HU e ficou surpreso com a funcionalidade dos equipamentos. “Isso representa um ganho de produtividade para as equipes e uma melhor qualidade de atendimento para os pacientes, o que é o mais importante”, destaca. Ele disse ainda que, a partir de agora, será possível melhorar o atendimento em todas as suas facetas, diminuindo infecções hospitalares, agilizando a desocupação dos leitos, transferência de pacientes, e todo o trabalho será prestado com mais eficiência.
“A funcionalidade dos carrinhos beira-leito é garantir uma eficiência na segurança do paciente. Do ponto de vista da gestão hospitalar, é possível fazer todo o controle, não só dos sinais vitais e das prescrições dos pacientes, como também dos medicamentos e materiais médicos que já foram utilizados”, explica a diretora-geral dos HU-UEPG, professora Fabiana Postiglioni Mansani. Segundo ela, essa aquisição é um avanço em termos de tecnologia e estrutura para a equipe de atendimento, além de uma melhora nas condições de trabalho. “Com todo o apoio da gestão da UEPG temos realmente crescido em investimentos e conquistas. Quem ganha são os pacientes atendidos, a comunidade e todos os profissionais de saúde”, completa Fabiana.

Ao todo, foram adquiridos 145 carrinhos beira-leitos em um investimento de R$ 850 mil, além de 250 notebooks a R$ 1,2 milhão. Acoplados aos carrinhos, outras unidades serão encaminhadas para os mais diversos setores do HU e também vão servir de backup quando necessário. A aquisição e instalação dos notebooks e do sistema de gestão hospitalar ficou por conta do Núcleo de Tecnologia da Informação (NTI) do HU. Rodrigo Pereira Leite, responsável pelo setor, explica que neste primeiro momento, os esforços foram concentrados na utilização desses equipamentos pela equipe de enfermagem para a realização da checagem de medicamentos, registro e conferência de sinais vitais, acompanhamento de recomendações e ordens assistenciais, controle de escalas e índices, bem como o gerenciamento de dispositivos. Todo esse processo passa a ser executado de forma integrada e diretamente no sistema. “O projeto teve início na UTI 3 e, nos próximos dias, será expandido para as demais UTIs. Na sequência, a implantação avançará para as clínicas, com o objetivo de contemplar gradualmente todos os setores assistenciais, até a conclusão completa da informatização assistencial por meio dos carrinhos beira-leito”, finaliza.
Texto e fotos: Tierri Angelucci








